terça-feira, 28 de junho de 2011

2016 - BRASIL -SHOW !!!! Primeira mão - Olimpiadas

ACREDITE SE QUISER

 

É isso ai, se conseguir será um show e que o legado seja útil; ficará muito lindo.

 

Se conseguir terminar todo o projeto não haverá cidade no mundo mais bonita que o Rio! E o sucesso será indiscutível; o prazo é que está muito curto...

 

Ai estão as maquetes e todo o planejamento para a realização das Olimpiadas em 2016


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terça-feira, 5 de abril de 2011

Ajuda

Oi pessoal, quanto tempo... Espero que estejam todos bem.

Peço para quem puder ajudar respondendo a essa pesquisa de um novo espaço de co-working que será aberto no RJ. Trata-se de uma empreitada de dois ex-alunos e hoje amigos.

Para quem não conhece, Coworking é uma tendência mundial para um novo padrão de trabalho.

Os profissionais autônomos, quem trabalha em casa e quem viaja muito a trabalho sofrem de um mal comum: o isolamento. Coworking é união de um grupo de pessoas que continuam trabalhando independentes umas das outras, mas compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de idéias e experiências..

Se puderem respondam à pesquisa (mesmo não sendo autônomo) e divulgue para seus contatos, amigos, familiares

Obrigado

leonardo filardi
21 | 3256-5855
21 | 9517-6844

leonardo filardi
21 | 3256-5855
21 | 9517-6844

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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Innovation Driven

Excelente forma de explicar a inovação, me chama a atenção que são dicas simples, e reforça um conceito que uso muito, pensar simples, agir simples, simplicidade em tudo. Vários autores e sábios escreveram sobre simplicidade, Einstein disse "tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado", Clarice Lispector disse "que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade com muito trabalho" e o meu xará, o Leonardo da Vinci disse "simplicidade é o último grau de sofisticação.


Outro ponto interessante do vídeo é o conceito que errar faz parte do processo, se a sua empresa não tolera o erro é incompatível que ela queira inovar.


Sucesso

domingo, 26 de setembro de 2010

Design Thinking, moda ou tendência

Como definição geral, “Design Thinking” (DT) é um processo intuitivo e criativo, centrado nas necessidades humanas. O conceito foi desenvolvido pelo Instituto d.school da Universidade Stanford, no Vale do Silício, Califórnia e a tradução mais adequada é "o pensamento através do design", ou seja pensar de forma prática, simples e compromissada com as demandas de um projeto, levando em conta aspectos econômicos, tecnológicos e socialmente possíveis.
Em geral as etapas do DT compreendem:


Porém uma das características do DT é a criatividade, então diferentemente dos modelos tradicionais de gestão, essas etapas podem acontecer em paralelo ou simultâneamente, mas com foco sempre no usuário final, levando em conta o desejo e a usabilidade desejados pelo consumidor.
A IDEO indica o livro, Change by Design de Tim Brown, como referência no assunto, em seu livro o autor apresenta o "esquema" abaixo
Mas a pergunta é, como o DT pode ajudar as empresas e as pessoas a serem mais organizadas e criativas? Antes de tudo, como em qualquer passo para a mudança é admitir que algo precisa ser mudado, como diria Einstein, "É insano acreditar que teremos resultados diferentes pensando, falando e agindo da mesma forma todos os dias", sendo assim, as empresas devem estimular suas equipes a pensarem sempre de forma criativa, avaliando tendências de mercado, para identificar problemas e encontrar soluções de forma a aproveitas as diversas oportunidades que existem.
Vou começar uma série de pequenos insights sobre o tema que acredito ser uma perspectiva interessante sobre o conceito inovação, e foge completamente aos modelos tradicionais.
Um abraço e sucesso a todos.
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domingo, 15 de agosto de 2010

Boteco do Conhecimento trouxe o "Chef" Márcio Libar para uma boa degustação

No dia 11 de agosto de 2010 o Chef Márcio Libar fez uma palestra no Boteco do Conhecimento para um grupo de executivos.
Veja um trecho desse momento memorável.
Boa degustação

sexta-feira, 9 de julho de 2010

As lições gerenciais de um Dunga

André Acioli e Augusto Uchoa

 

Estamos fora da Copa da África do Sul. Nosso senso patriótico e ufanista vai do céu ao inferno no tempo de duração do jogo. Voltamos ao mundo de onde acreditamos ter saído por alguns breves momentos: o mundo corporativo. Mais calmos, analisamos o que, para nós, foi um despencar das ações do Brasil na bolsa futebolística mundial. Mas o que o fracasso da seleção comandada por Dunga tem a ver com as organizações? Que lições podemos tirar deste filme com final pouco feliz?

Objetiva e sucintamente, como deve ser toda análise, abordaremos os pontos que fazem de Dunga, mais um gestor à moda Brasil. 1- Dunga - virou as costas para a opinião de um país inteiro. Dunga compôs um time, não uma seleção como outras que lá estavam. O mercado consumidor formado por expectadores, jornalistas, torcedores e peladeiros esforçaram-se em tentar mostrar isso ao supremo gestor. Assim como em muitas empresas, os gestores parecem surdos às vozes do mercado. Insistem em oferecer produtos conforme suas próprias percepções.

Num mercado competitivo, a concorrência se inova a cada minuto. Ganha credibilidade quem faz, se expõe e investe em produtos cuja qualidade possa ser testada, aprovada e comprovada pelo mercado. Dunga convocou e pôs em campo produtos/jogadores de qualidade - assim entendida pelo mercado - duvidosa. Não eram produtos que encabeçariam a lista dos top of mind de qualquer brasileiro; eram sim, os que ele, Dunga, gostava mais. 2 - Comportamentos táticos que ferem a nossa natureza - O Brasil não jogou como Brasil, a seleção brasileira perdeu identidade; teve seu DNA alterado, isto é, assumiu uma identidade que não era dela.

Uma seleção que a história mundial reconhece como que joga avançada, que ataca, que objetiva o gol ... parece ter perdido o foco. Jogar bonito e fazer gols sempre estiveram associados ao futebol brasileiro; vencer era conseqüência. Isso funciona como uma empresa que nasce e cresce com o DNA dos seus idealizadores, focada na satisfação do cliente e que, como num toque de mágica - e das ruins - passa a ter foco no produto. Abandona tudo o que a fez adorada pelo mercado e, remando contra a corrente, preocupa-se mais com preço do que com valor. O Brasil esqueceu o futebol ofensivo. Os fins pretensamente justificariam os meios: o resultado a qualquer preço, toques para o lado falta de pró-atividade e improviso dos jogadores que sempre venderam talento e criatividade para o mundo. 3- A marca Brasil - vitoriosa, invejável e intocável. O Brasil é penta! O certificado de qualidade da seleção brasileira de futebol é tão forte quanto de uma grande multinacional. Tivemos produtos como Garrincha, Nilton Santos, Vavá, Zico, Pelé. Este último, descontinuado como os outros citados é, no futebol, mais do que a Coca-Cola como refrigerante.

Dunga não soube explorar bem o poder do branding que, dentre outras coisas, serve até para inibir a concorrência. Na verdade, a descaracterização da marca, traduzida pela relação de produtos que apresentou, gerou efeito contrário. Submetidos a um esquema tático difuso, a marca Brasil passou a ser vista pelos concorrentes como algo a ser humilhado, um Golias, agora fraco. Quantas não são as empresas cujas marcas, ainda de pouco valor percebido, aproveitam-se dos espaços deixados pelas maiores e mais fortes. Num mercado competitivo e globalizado, qualquer empresa, de qualquer nacionalidade pode explorar a demanda fomentada pela líder e se beneficiar com isto; principalmente quando a líder, fragilizada pelas falhas que lhes percebem os tradicionais consumidores, deixa satisfazê-los. 4- Pressão da função - Dunga era um gerente. Você conhece algum gerente que não trabalhe sob pressão? Muitos, assim como ele, se veem obrigados a suportar também altas doses de tensão. Há quem diga que o gerente de uma grande empresa sofre o ‘efeito-sanduiche’, pressão de cima (diretores, acionistas) e de baixo (linha de frente, subordinados). Isso nos parece lógico.

No caso do nosso técnico, Dunga não se mostrou suficientemente preparado para atingir as metas que lhe foram estabelecidas para venda e participação de mercado do produto Brasil. Mostrou falta de inteligência emocional, incomodou-se com a pressão e com a tensão inerentes ao cargo, xingou, debochou de quem poderia ampará-lo ... a mídia e, ainda pior, atestou sua incompetência para diretores e acionistas (FIFA, CBF e povo brasileiro).

Bem, pelo menos diretores são menos temidos que a mídia. Dunga ficou sem palavras quando tentou justificar sua opção por produtos outros que não os reclamados pelo mercado consumidor: Neymares, Gansos e Ronaldinhos Gaúchos, por exemplo. Todos os antecessores foram submetidos a igual ou pior pressão e souberam lidar melhor com ela. 5- Venceu - a Copa América, a Copa das Confederações e a Sul-Americana. Mesmo com DNA alterado, sem brilhantismo e esquema tático convincente, teve bons resultados. Isso acontece quando os produtos são testados em mercados menos competitivos, menos exigentes. Sem muita margem e sem gordura, bateram as metas propostas pelos acionistas. Venceram! Todos têm motivo para ficar felizes, mas não eufóricos! Os bons resultados obtidos em maus mercados criam falsas ilusões de que igual sucesso acontecerá em outras praças.

Exatamente esta falácia credenciou a arrogância do gerente em manter uma equipe medíocre, sem os melhores, mas com os mais "fiéis". Dunga bateu metas trimestrais nos mercados em que era líder, mas não foi capaz de crescer no trimestre pico da sazonalidade; no momento mais importante para construção do seu resultado anual de vendas (a Copa). Iludido, ficou bem abaixo do esperava - ainda bem que o staff já não contava mesmo com bônus e participação nos lucros, pois não vieram. 6- Arrogância - Dunga, pela pouca experiência como gestor, sequer deve saber o que são cenários alternativos; não estava preparado para a situação contingencial em que se viu, mas todo gerente em início de carreira deve ter humildade para contratar ou ser assessorado por profissionais melhores do que ele, mas o gerente Dunga queria ser único - até mesmo porque a assessoria de que dispunha era quase nula. Talvez tivesse receio de que outro gestor, mais competente, questionasse a relação passional que estabelecera com seus produtos. Quis fazer da fidelidade dos jogadores, obtida em agradecimento ao seu paternalismo incondicional, o seu grande trunfo - como na máfia. "Vamos nos blindar do que o mercado quer, do que os acionistas querem, do que os clientes buscam".

Unidos contra tudo e contra todos, mais difícil fica identificar os incompetentes. Associações vis e falsas amizades completam a proteção. Pessoas cujos telhados são de vidro têm sempre alguma coisa a dizer em favor dos potenciais chantagistas. Há gestores que sabidamente incompetentes permanecem em seus cargos. Frequentam a casa do diretor, almoçam com ele e, nas viagens de negócios, são os primeiros a ser convocados. Situações assim podem até demorar, mas não duram para sempre: o incompetente tende a se enforcar com a corda tecida por ele mesmo.... ou não? Que o digam Kleberson, Josué, Gilberto e Felipe Melo. 7- Outro modelo de jogo - Vendo que os resultados trimestrais não se repetiriam, Dunga deveria ter partido para a execução de um plano alternativo que, decerto, já teria sido hipótese aventada por qualquer gerente pouco mais competente. Dunga foi gerente de um plano só.

A mudança do cenário fez com que concorrentes sem tanta expressão ganhassem força competitiva, nossos melhores produtos, Kaká e Luís Fabiano, não estavam, certo momento, disponíveis no estoque. A demanda existiu. Havia produtos substitutos? Que não perfeitamente substitutos, havia produtos que proporcionassem benefícios adicionais tais como maior velocidade, melhor lançamento ou toques mais precisos? Não, não havia nada disso. Demandas de mercado não atendidas por sua empresa acabam sendo atendidas por outra. Não se pode subestimar a demanda, principalmente quando se trata de um produto tradicional, reconhecidamente de qualidade. O mercado tinha expectativas de ver a seleção brasileira. Expectativas frustradas, clientes insatisfeitos. Não havia no plantel produtos em qualidade suficiente para atender tal exigente demanda. Dunga não tinha uma equipe razoável para variar esquema tático nem substituir jogadores quando precisasse. A seleção brasileira foi uma empresa engessada, como é o raciocínio do seu gestor.

Assistimos todos, via satélite, a ascensão de outras equipes que souberam se adaptar ao novo mercado e a explorar as fragilidades das antigas concorrentes. 8- Ignorar o cliente - dia 02 de julho. Fim de jogo. Brasil é eliminado pela Holanda. O objetivo não foi atingido! Não cabe apontar culpados ou atribuir à confluência dos astros o triste resultado. A seleção brasileira, escalada pelo inexperiente técnico Dunga não atendeu às expectativas de todo o mundo. Os produtos não foram capazes de gerar os resultados de venda e participação de mercado conforme todos esperavam. Com hombridade, um bom gestor, líder de sua equipe e defensor dos ideais coletivos, imputaria a si próprio a escolha errada pelo portfólio de produtos e pelas errôneas estratégias adotadas. Alentaria sua equipe e, provavelmente, reuniria acionistas, diretores, grupos representativos de clientes etc. para declarar suas falhas e sua incapacidade - fosse ela técnica ou psicológica - de, naquela situação, atingir o que dele era esperado.

Somos humanos; falhamos. Assumir as próprias falhas é ser responsável; é atitude nobre, é um passo para o perdão; é deixar as portas abertas. Ser nobre seria esperar muito do nosso treinador. Vê-lo, como num gesto de gratidão, cumprimentar sua equipe ou, como de educação esportiva, reconhecer a superioridade do seu concorrente é hipótese sem propósito para quem, ao deparar com empecilhos, mostra que não está preparado para o sucesso. Em passos firmes e largos, sem sequer olhar para trás; abandonar o campo imediatamente após o apito final é o cúmulo do descaso para com todos. É voltar à Era Ford e dizer que o produto jamais será customizado porque à empresa, não importa atender às necessidades ou desejos de seus clientes. Para vocês, clientes, o meu total desprezo. Parabéns, Dunga: você está desempregado!


André Acioli é administrador, mestre pelo Coppead-UFRJ, consultor de empresas e professor universitário. Augusto Uchoa é formado em marketing, mestre pelo Ibmec, consultor de empresas e professor universitário. São sócios do Boteco do Conhecimento.

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Blog atualizado com Sustentabilidade e Prêmio de Inovação

bacsac

A Bacsac é uma empresa francesa que está desenvolvendo um novo conceito de jardinagem. Trata-se de umas bolsas portáteis para o cultivo hidropônico de plantas. A ideia surgiu do encontro entre o designer Godefroy de Virieu e os paisagistas Virgile Desurmont e Louis de Fleurieu, que buscaram uma solução criativa para os limites da jardinagem.

As bolsas  são feitas de um material reciclável feito por um tecido permeável que evita a asfixia do solo e preserva naturalmente o equilíbrio necessário entre o ar, a terra e a água. É possível conferir toda a coleção de bolsas produzidas por eles e como podem utilizadas no site. Abaixo seguem alguns modelos.

Para saber mais acessem o site da empresa, http://www.bacsac.com.br/

Para transportar

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Pendurar

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Suspender

1

Estilo jardineira

jardineira


EDP2020

Já estão abertas as inscrições para o Prêmio EDP 2020, concurso de inovação e empreendedorismo promovido pela empresa portuguesa em parceria com o FGVcenn. A competição é aberta ao público e distribuirá R$100 mil anualmente, durante 10 anos, para os vencedores dos projetos mais inovadores nas áreas de energias renováveis, redes inteligentes, mobilidade elétrica, entre outros. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de agosto, aqui. Para mais informações sobre o evento, cronograma de atividades e regulamento , basta acessar o site oficial. Boa sorte a todos!

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