quinta-feira, 7 de maio de 2009
Travesseiros criativos
Rascunho de um processo
Essa vem do Blog da jaako (http://jaakkodsg.blogspot.com/2009/03/rascunho-de-um-processo.html).
O cara é fera em design, vale uma lida
Em Novembro de 2008, precisei realizar uma apresentação exemplificando o porcesso de Design que eu vinha desenvolvendo na SINCRODESIGN. A idéia foi demonstrar um as etapas do projeto, assim como, a inteligação de cada uma delas. O resultado é esta imagem abaixo.
Edição de "verão" da coca-cola
Trata-se de uma edição limitada desenvolvida por designers, especialmente para a Coca-Cola, mas por enquanto somente será comercializado lá em cima (hemisfério norte), o jeito é esperar.
Fast Forward Fund investe na sustentabilidade
Estava dando uma olhada no site Ideablob, uma espécie de blog que lista ideias de empreendedores do mundo todo (se quiser mandar a sua, pode se cadastrar aqui) e encontrei entre seus destaques a iniciativa do Fast Forward Fund que investe em jovens que possuam algum projeto relacionado a sustentabilidade.
A ideia é converter o espiríto empreendedor e caráter visionário para causas como o aquecimento global, redução da pobreza, saúde global, direitos humanos e paz. O FFF quer fazer com que esses jovens já entrem no universo dos negócios com uma visão sustentável sobre o mundo e sobre a vida. A interface digital criada pela empresa vai divulgar o que está acontecendo durante a execução dos projetos, que poderão ser enviados diretamente ou escolhidos em universidades. O investimento será de 10 mil dólares para cada um dos escolhidos. Conheça mais no site.
Bolhinhas de sabão são o novo outdoor
O springwise nos avisou sobre um novo e interessante modelo publicitário, o Flogos. Trata-se de um modelo de campanha de marketing aérea, em que formas (como logos) são criadas usando bolhas de sabão recheadas de gás hélio. Esse gás é mais leve que o ar, fazendo com que as formas saiam voando pelos céus do mundo, até que a chuva ou pássaros desavisados destruam a obra. Mercedez, McDonald’s, Nintendo, Walt Disney e Sheraton já recorreram ao sistema de publicidade.
O serviço, patenteado, foi criado por uma empresa homônima americana, que consegue desenhar logos de espuma complexos em menos de um dia. De quebra, a empresa ainda bola maneiras de integrar os flogos à campanha publicitária do momento veiculada pela sua empresa, pras coisas não ficarem muito díspares. Será que eles se juntariam com a Curb pra fazer uma campanha na areia, na neve e no ar? Legal ver uma inovação simples e barata fora do mundo web!
Rumor: Apple negocia compra do Twitter por US$ 700 milhões
Essa vem do blog http://colunas.epocanegocios.globo.com/tecneira/
O burburinho da vez no mercado é sobre uma possível negociação do Twitter pela Apple, que pagaria US$ 700 milhões pelo serviço de microblogging. Segundo a fonte do Valley Wag, um alto executivo da Apple, as conversas são sérias. A idéia seria anunciar a aquisição em 8 de junho durante a Conferência Mundial de Desenvolvedores da Apple.
Como a empresa sensação do momento, com uma avaliação de US$ 250 milhões, o Twitter está na mira de todos. Quase foi comprado pelo Facebook por US$ 500 milhões. O que empacou o negócio foi a forma de pagamento, que seria feito parte em dinheiro e parte em ações do próprio Facebook. O problema é que investidores do Twitter não concordavam que as ações do Facebook tinham o valor estipulado na transação.
Depois falou-se sobre uma possível aquisição pelo Google, o que mais se revelou mais provável como uma negociação de uma parceria. Hoje se fala que houve mesmo uma tentativa de compra, que foi recusada pelo CEO Evan Williams. Ele não estaria interessado em vender a empresa no momento mesmo por uma proposta muito alta.
Agora é a vez da Apple. A princípio, parece um negócio atípico, já que a Apple não é forte na internet. Isso é apontado como um dos motivos: a Apple busca ganhar músculos na web com uma equipe que tem tradição nisso - Evan Williams, do Twitter, criou e vendeu o Blogger para o Google. Mas a real questão gira em torno do iPhone.
Muitos aplicativos que interligam o smartphone ao Twitter são populares. Isso mostra que muitos usuários do iPhone gostam do Twitter. O número de aplicativos do gênero também aumenta a cada dia, o que indica uma alta popularidade também entre desenvolvedores de software. Seria interessante, portanto, integrar o Twitter ao ecossistema Apple. De quebra, ainda tiraria a startup do alcance da concorrência.
Improvável? Sim. Sem sentido? Não.
menos interrupção ou contextualização?
Esse vem do blog http://estalo.org/
Tem gente que aproveita a hora do comercial para ir ao banheiro. Mas aqueles que não se levantam do sofá, raramente aguentam assistir a um break comercial completo.
Os programas criam conteúdo que as pessoas querem ver e por consequência atraem a audiência, mas muitas vezes o break comercial chega apavorando e espanta todo mundo. Dependendo da qualidade do break comercial, ele pode reter ou espantar a audiência que o programa havia captado.
Desse fenômeno nasce o zapping de canais, um grave problema para as emissoras que sofrem com a queda da audiência na hora do comercial.
Veículos, agências e anunciantes estão criando maneiras preventivas para segurar a audiência durante os breaks. Deste, dois modelos se destacam.
1) Menos interrupção
A Rede Globo está restringindo em 2 minutos o tempo do break comercial de programas como o Jornal Nacional e Globo Esporte. A horário do plim plim ficou mais rápido.
Desta forma ela pretende reter a audiência de seus programas, sem deixar que aqueles comerciais a “atrapalhem”. Perde um pouco de receita, mas ganha em ibope (que talvez permita aumentar o custo da inserção dali um tempo). É uma solução, mas talvez estejam abordando o problema da maneira errada. Pelo menos é o que acreditam os embaixadores do modelo a seguir.
2) Mais contextualização
Se os três minutos habituais de `propaganda` fossem tão interessantes e relevantes quanto o jornal, o risco de haver vazão de audiência e zapping diminuiria bastante. Se a Globo lutasse pela qualidade e contextualização dos comerciais veiculados em sua programação, ela poderia continuar com intervalos de 3 minutos, gerando mais dinheiro de anunciantes, além de manter um ibope melhor.
Por outro lado, tal modelo traria implicações complexas para a criação tradicional das agências (também) tradicionais, já que estas teriam que criar diversas peças levando em consideração o contexto de onde seriam veiculadas (comercial versão telejornal, versão novela 3, versão futebol, etc). Mas se as agências ainda não se movem tanto este sentido, os próprios veículos começam a se proteger do zapping, criando o comercial de seus anunciantes com o mesmo contexto e linguagem do programa.
É o caso do CQC, que durante o programa exibidos diversos “comerciais” criados pelos própios integrantes do CQC (em conjunto com as agências). E tem vezes que o pessoal do CQC acerta a mão mais do que as agências (não é o caso de Skol).
A MTV é outro exemplo que se preocupa com o contexto e a retenção da audiência em seus breaks comerciais. Além de várias marcas criarem peças com uma linguagem específica para ser veiculada na MTV, a emissora infesta os breaks com comerciais com sua própria linguagem da programação (geralmente aqueles visuais freaks que surgem durante o comercial).
Você decide
No final, de duas uma: contextualização ou menos interrupção.
Qual será a solução?
terça-feira, 5 de maio de 2009
As escolas mais legais do mundo.
A World Architecture News soltou as finalistas do concurso que vai escolher o Educational Building of the Year. Seis são as candidatas finais para vencer o prêmio.
Os professores que me desculpem, mas beleza é fundamental.
NÃO RESISTI
Hot on the heels of last month’s briefing on consumers becoming SELLSUMERS, here are some additional clever new ventures that help ordinary consumers make money instead of spending it:
- Advertising | British Everyday Models invites consumers to rent out aspects of their daily life to advertisers: whether it's their clothes, car, house or online profile. The idea of individuals renting out their own foreheads or tee-shirts as billboards is not new, but the founders of Everyday Models (British student James Brookner and photographer Matt Garcia) are the first to create a business model around brokering other people’s possessions as ad space.More »
- Promotion | Hollrr encourages fans of specific products for spreading the word to their friends via email, Facebook and Twitter, and rewards them with deposits into Amazon Flexible Payment Accounts. The Seattle-based website, which is still in beta, has found an innovative way to help small companies launch new products by turning customers into sales(wo)men.More »
- Marketplace for jobs | California-based ShortTask finds qualified workers for companies in need of help with tasks that are too small to justify hiring an employee: think finding articles, or commenting on Amazon.com. More »
- Junk removal by students | Washington, D.C.-based College Hunks Hauling Junk hires the friendliest and most trustworthy junk haulers at local colleges and universities, and recycles more than 60 percent of the junk they collect. Businesses that are inherently no sexier than this one can learn from College Hunks and their sister business, College Foxes Hauling Boxes, how to brand their service as fun, personable and responsible. More »
- Advertising | Ohio-based DOmedia links up media buyers and sellers to place advertisements everywhere from college student notebooks and phone kiosks to golf carts and restrooms. More »






